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    terça-feira, 27 de agosto de 2019

    Sem tratamento correto, Asma pode matar, diz especialista

    A asma, doença que neste domingo (25) levou à morte a escritora, roteirista, apresentadora e atriz Fernanda Young, 49, não escolhe idade ou sexo e receber o tratamento adequado para a asma, o mais rápido possível, é o maior desafio da doença, que pode matar. 


    Outro é garantir o acesso às novas terapias, na maioria das vezes, pouco acessíveis devido ao alto custo. Essa é a opinião do pneumologista David Jackson, especialista na doença e líder do serviço de asma grave no Guy’s and St Thomas’ NHS Foundation Trust (Serviço Nacional de Saúde da Inglaterra).

    Segundo o médico, a asma é uma doença complexa e a dificuldade no diagnóstico é um problema mundial. "Muitos dos sintomas da asma podem ser confundidos com outras doenças. Uma pessoa com falta de ar, na verdade, pode ter algum problema no coração. Uma pessoa obesa também pode sentir essa falta de ar, mas por conta do excesso de peso. Além disso, ainda não existem exames perfeitos de detecção da doença", diz.

    Mais de 20 milhões de pessoas têm asma no Brasil e cerca de 2 mil morrem em razão dessa condição, de acordo com o Ministério da Saúde. Além disso, é a primeira causa de internação entre as doenças respiratórias, segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisologia (SBPT).  

    Jackson esclarece algumas questões sobre a doença, que não tem cura, mas pode ser controlada com tratamento adequado.

    A chance de uma criança desenvolver asma é maior se a mãe tiver asma descontrolada durante a gravidez. E o oposto também acontece: se a gestante estiver com a asma controlada, o risco de seu filho apresentar a doença é reduzido. Também sabemos que fumar durante a gestação aumenta a chance do desenvolvimento da doença na criança.

    Meio Norte

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