PROGRAMA DO ROCHINHA

De Segunda a Sexta, das 6h às 7h, na FM MAIOR DE BATURITÉ 93,3. E-mail: programadorochinha@gmail.com - Fone: (85) 3347-1177 WhatsApp: (85) 9 9156-2117

FM MAIOR 93,3

  • Notícias

    quarta-feira, 25 de setembro de 2019

    Pesquisadora aponta que cadáveres se movem mesmo meses após a morte

    A decomposição do corpo faz com que o cadáver se mova mesmo meses depois da morte. Quem observou isso foi a pesquisadora australiana Alyson Wilson e seus colegas durante o desenvolvimento de uma pesquisa. E os movimentos são significativos! Um braço junto ao corpo, por exemplo, pode ficar consideravelmente longe dele. 


    A princípio, algumas horas depois que uma pessoa morre, seu corpo entra em estado de rigor mortis (ou rigidez cadavérica), que é um endurecimento dos músculos causado por uma mudança bioquímica. Porém, após um tempo, o corpo relaxa e começa a se mover.

    Por um período de 17 meses, Alyson observou e filmou um cadáver em decomposição. Ela fez vídeos no formato timelapse com intervalos de 30 minutos durante todo o período de observação. Esse tipo de estudo, de acordo com a autora, pode ajudar a polícia a ter uma melhor estimativa de hora de morte e também elevar a qualidade de autópsias.

    Mas o que faz a pessoa morta mover-se?

    A estudiosa afirma que o movimento pode ocorrer à medida que os ligamentos se contraem na decomposição do corpo. Inclusive, já havia sido descoberto anteriormente que os vermes são criaturas que contribuem para esses movimentos.

    Para realizar a observação, Wilson viajava por três horas todos os meses de Cairns para Sydney até a única "fazenda de corpos" do hemisfério sul. O local, que tem localização secreta, é reconhecido oficialmente como Australian Facility for Taphonomic Experimental Research (AFTER).

    Meio Norte

    Nenhum comentário:

    Postar um comentário