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    quinta-feira, 7 de novembro de 2019

    Dois sobreviventes da queda do Edifício Andrea recebem alta hospitalar

    Dois dos sobreviventes da queda do Edifício Andrea, no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza, receberam alta do Instituto Doutor José Frota, unidade hospitalar onde estavam internados desde o desabamento. Mesmo após a alta médica, segundo o hospital, Cleide Maria da Cruz Carvalho, 60 anos, e Gilson Moreira Gomes, 53 anos, vão continuar recebendo atendimento ambulatorial no hospital para o tratamento das lesões.


    O Edifício Andrea, situado em área nobre de Fortaleza, desabou no dia 15 de outubro deste ano. Nove pessoas morreram e sete pessoas foram resgatadas com vida.

    A diarista Cleide Maria não morava no edifício, mas trabalhava no apartamento 101 do prédio no momento da tragédia. De acordo com o filho dela, Leandro Carvalho, a mãe foi liberada da unidade hospitalar na tarde de segunda-feira (4). "Na medida do possível ela está bem, está estável. Ainda está sentindo febre, muita dor, está tomando medicação. Vai fazer um repouso longo para poder ficar boa do pé", conta.

    A diarista deve retornar ao hospital em cerca de 15 dias para retirar os pinos da perna e começar a fisioterapia em seguida. Cleide também vai passar por acompanhamento psicológico.

    "É tudo muito complicado, porque é muito recente. Ela ainda está bem abalada com o que aconteceu, preocupada com a vida. Ela era uma mulher muito esperta, trabalhadora, perdeu o sustento do dia para a noite. Estamos recebendo ajuda de familiares e amigos. Eu também estou desempregado, espero voltar a trabalhar logo que possível, porque no momento estou cuidando dela", conta Leandro.

    Gilson Moreira Gomes também não morava no prédio, mas fazia compras no mercadinho próximo ao edifício, que ficou destruído após ser atingido pelos escombros do edifício. O filho dele, Nazareno Façanha, confirmou a alta do pai dada também na segunda-feira (4), à noite. "Ele está se recuperando bem, mas ainda sente dores. Ele vai continuar com o tratamento fisioterapêutico no hospital", conta.

    Já outra sobrevivente hospitalizada, a aposentada Antônia Peixoto Coelho, 72 anos, segue internada no Hospital Otoclínica. Segundo familiares, ela saiu da UTI. Na hora da ocorrência a idosa estava no apartamento 601.

    DN

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