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    25 de abr. de 2020

    Ministro da Saúde fala em fim de isolamento, mas ignora hospitais no limite

    Em seu quarto dia à frente do Ministério da Saúde, o oncologista Nelson Teich afirmou que está em curso um projeto para flexibilizar o isolamento social em meio à pandemia do novo coronavírus.
    Em vídeo enviado pela assessoria de imprensa da pasta a jornalistas, o ministro não comenta a situação de estados como Amazonas, Ceará e Pernambuco, que já atingiram ou estão próximos do colapso no sistema de saúde pública. 

    Sem vacina e sem remédio com uso cientificamente comprovado e seguro para covid-19, o isolamento social é unanimidade na comunidade científica como uma medida de combate ao vírus. Ele limita o ritmo de circulação do patógeno, para evitar que muita gente fique doente ao mesmo tempo e provoque um colapso no sistema de saúde.

    De acordo com o ministro, subiu de 24 milhões para 46 milhões a previsão do número de testes a serem comprados pelo governo federal. “Isso é muito importante para o nosso processo que está sendo desenhado para melhor entender a doença, a evolução e fazer um planejamento, um projeto, que já está sendo feito para revisão do distanciamento social”, afirmou no vídeo enviado nessa segunda-feira (20). Não houve coletiva de imprensa nessa segunda, nem na última sexta-feira (17), dia de posse de Teich.

    Segundo o ministro, a testagem em massa “vai ser fundamental nesse processo de entender a doença e desenhar a saída”. Ele anunciou que foi fechado nesta segunda contrato com a empresa Dasa, para processar 3 milhões de exames, sendo 30 mil por dia. “Essa combinação de trazer o teste e viabilizar a realização é fundamental nesse trabalho de diagnóstico e no entendimento da doença”, disse Teich.

    Testagem

    No vídeo, o ministro não cita o tipo de teste a que se refere. Segundo a assessoria de imprensa do ministério, serão 24,2 milhões de testes RT-PCR (biologia molecular) e 22 milhões de testes rápidos (sorologia). 

    Os mais precisos, chamados “padrão ouro”, são do tipo RT-PCR, em que são coletadas secreções nasais ou orais e detectar o vírus durante a doença. Já os testes rápidos verificam a resposta do sistema imunológico ao vírus e possuem maior sensibilidade após o 7º dia de início dos sintomas. 

    Até 17 de abril, mais de 2 milhões de unidades haviam sido distribuídas, segundo a pasta, de um total de 8 milhões prometidos. Foram enviadas aos laboratórios estaduais outras 524.296 mil unidades do tipo RT-PCR, de 14,9 milhões prometidas.

    Nessa segunda, o ministério abriu um edital para aquisição de mais 12 milhões de testes rápidos e informou que adquiriu 10 milhões de testes RT-PCR via Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS). A previsão é que cerca de 500 mil unidades cheguem na próxima semana e, depois, cerca de 800 mil a cada semana. No último domingo (19), chegaram ao Brasil mais 1 milhão de testes rápidos doados pela Vale e outros 300 mil testes RT-PCR doados pela Petrobras, que começarão a ser distribuídos nos próximos dias, segundo a pasta.

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