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    20 de abr. de 2020

    Senegal usa hidroxicloroquina desde o primeiro caso de Covid-19 e tem apenas 3 mortes relacionadas ao coronavírus

    Segundo o jornal Marianne, desde os primeiros casos de Covid-19 observados em seu território, o Senegal generalizou o tratamento com hidroxicloroquina.
    Segundo Moussa Seydi, médico responsável pelo combate à pandemia no país, os primeiros resultados são animadores.

    No Senegal, a hidroxicloroquina uniu as pessoas. Na linha de frente da pandemia de Covid-19, o Dr. Moussa Seydi, infectologista do centro de doenças infecciosas do hospital Fann em Dakar, escolheu, desde os primeiros casos, usar o tratamento com hidroxicloroquina para facilitar a cura de pacientes.

    Até agora, o Senegal registrou 291 casos positivos do vírus chinês, dos quais 178 foram relatados curados. 111 pessoas ainda estão hospitalizadas e apenas uma delas está em terapia intensiva.

    Inspirado pelo trabalho do infectologista de Marselha, Didier Raoult, o doutor Moussa Seydi se tornou uma referência na luta contra o coronavírus chinês em seu país.

    “Tudo deve ser feito para que a luta contra a epidemia seja bem-sucedida”, afirmou Seydi ao jornal Marianne.

    Fatores

    Moussa Seydi evoca o fruto de suas primeiras observações que parecem bastante animadoras. O Senegal tem poucos casos graves de covid-19 e uma baixa taxa de mortalidade, e as medidas de saúde são a priori mais flexíveis do que em outros países do continente.

    Segundo Seydi, esses bons resultados podem conter vários pontos. Ele disse que houve fortes medidas desde o início para fechar as fronteiras, o que impediu a proliferação de casos importados de Covid-19.

    “A proibição de grandes reuniões, como as rezas de sexta-feira, também nos permitiu reduzir imediatamente o fluxo de novos casos. Então cuidamos dos casos que tivemos muito cedo”, disse saydi.

    Em 19 de março, o Senegal implementou um protocolo de tratamento para os pacientes menos graves com tratamento com hidroxicloroquina.

    “Tratamento em que, no momento, observo bons resultados em relação à redução da carga viral”, disse Saydi.

    Outro fator é o país ter uma população predominantemente jovem.

    “De fato, não temos muitos casos graves. No entanto, temos preocupações com a multiplicação de casos comunitários (pacientes contaminados por uma fonte não identificada). Esse é um perigo iminente que requer monitoramento cuidadoso”, disse Saydi.

    Tratamento com hidroxicloroquina

    Desde os primeiros casos identificados no Senegal, Saydi optou pelo uso de hidroxicloroquina no tratamento de pacientes com o vírus chinês, inspirado no trabalho espetacular do infectologista de Marselha, Didier Raoult.

    “Este estudo tem falhas e imperfeições, mas achei seus resultados interessantes, apesar de tudo. Como o Dr. Raoult, vimos uma queda na carga viral após uma semana. O que induz uma cura mais rápida. A relação risco/benefício favorece os benefícios. Considero que não perco nada trazendo esse tratamento para meus pacientes. Especialmente porque eu não vi nenhum efeito colateral”, disse Saydi.

    “Por enquanto, os resultados estão lá. Se eles forem confirmados a longo prazo, melhor ainda, continuaremos. Caso contrário, vamos parar. Enquanto isso, temos uma atitude razoável. Nossos pacientes são acompanhados como em um ensaio clínico”, completou Saydi.

    Saydi disse que não conhece Didier Raoult pessoalmente.

    “Eu nunca o conheci e não sabia que ele havia morado em Dakar. Essa abordagem que tenho em relação à hidroxicloroquina não é, portanto, sentimental. Isso é emergência médica”, explicou Saydi.

    Ensaios clínicos

    Saydi disse que não apenas iniciaram um estudo, mas também farão uma análise retrospectiva.

    “Então poderemos discutir e analisar os resultados. Também poderemos definir se as melhorias observadas nos pacientes, após a injeção do tratamento com hidroxicloroquina, são devidas ou não ao efeito placebo”, disse Saydi.

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