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    27 de abr. de 2020

    Supermercados: contaminação entre funcionários é mínima e não altera funcionamento

    As lojas de supermercados, consideradas serviço essencial, continuam em pleno funcionamento mesmo após o início do isolamento social no Estado, que vigora desde 19 de março.
    Em meio à disseminação do novo coronavírus no Estado, a taxa de contaminação identificada entre funcionários desses estabelecimentos é de 0,15%, segundo levantamento feito em parceria pela Associação Cearense de Supermercados (Acesu) e Federação do Comércio do Estado do Ceará (Fecomércio-CE).

    A pesquisa foi realizada com 143 supermercados de Fortaleza e Região Metropolitana (RMF), dos quais 25 funcionários, de um universo de 16.517 trabalhadores, tiveram o diagnóstico da covid-19 confirmado, um percentual de 0,15%. 

    Para o presidente a associação, Gerardo Vieira, a pesquisa pode ajudar o Governo Estadual nas tomadas de decisão acerca da retomada de outros setores da economia.

    “O objetivo é mostrar um panorama de como a situação se encontra para que o Governo tenha segurança do que está realmente acontecendo. Nós que estamos dentro da cadeia, que estamos trabalhando no dia-a-dia é que podemos dizer isso”, afirma o presidente 

    De acordo com Gerardo, os números configuram uma porcentagem mínima de contaminação nos supermercados. Para manter o índice em um baixo patamar, a Acesu orienta que as lojas continuem os procedimentos já estabelecidos desde o início da quarentena, como o uso de álcool recorrente e máscaras para todos os colaboradores.

    Mais uma medida é apontada como fundamental no controle dos casos, ou seja, a liberação de todo funcionário que estiver com qualquer sintoma da Covid-19. 

    “Se o funcionário está, mesmo que seja com dor de cabeça, sentindo indisposição, indicamos que vá logo para casa, passe quantos dias forem necessários para que ele retorne às atividades”, explica Vieira. 

    Abastecimento 

    O abastecimento das prateleiras segue sem ser motivo de preocupação para a Acesu, garante o vice-presidente da Associação, Nidovando Pinheiro. O aumento recorrente dos preços, segundo ele, reflete o forte período de chuvas no Estado e da alta do dólar, que faz com que produtores nacionais optem por exportar antes de abastecer o mercado interno, o que acontece no caso do arroz. 

    “O aumento de preço está mais voltado para a parte dos cereais, arroz, feijão e farinha, por exemplo. No arroz, nós temos uma plena safra, mas o preço está em alta. Qual o motivo? Ele está sendo vendido para fora. Nesta época, a gente deveria estar comendo o arroz  no período mais barato. Por conta do valor do dólar, está valendo mais a pena alguns países comprarem do Brasil do que produzirem”, explica. 

    No caso do feijão e da farinha, o problema são as fortes chuvas, que dificultam a colheita, mas, em contrapartida, mostram um futuro otimista.

    “Com as chuvas, não é possível colher agora, pelo menos sabemos que futuramente vamos ter boas safras e boas colheitas, já que está chovendo bem e os reservatórias estão enchendo bastante. Estamos sofrendo agora mas o futuro está garantido”, anseia Nidovando. 

    DN

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