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    21 de abr. de 2020

    Um mês depois de decreto, índice de isolamento social cai no Ceará

    À 0h do dia 20 de março, começava oficialmente o isolamento social no Ceará como forma de conter os efeitos prejudiciais da pandemia do novo coronavírus sobre o sistema de Saúde.
    A medida freou a curva de disseminação, mas, ainda assim, as vagas em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) públicas para casos da Covid-19 esgotaram antes da projeção da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa). Enquanto busca saídas para ampliar a capacidade de acolhimento, o Governo do Estado prorrogou o isolamento por mais 15 dias - agora, válido até 5 de maio.

    Com a resistência de alguns setores sociais, um levantamento com base na geolocalização de aparelhos celulares no Estado mostra que a adesão ao método vem caindo no Ceará. Em 21 de março, primeiro dia após o decreto entrar em vigor, o chamado índice de isolamento social abrangia 63,9% da população cearense, de acordo com a empresa de inteligência de dados In Loco. No dia seguinte, um domingo, a taxa atingiu seu recorde: 71% das pessoas ficaram em casa.

    Na semana anterior ao decreto, o índice ficava entre 31% e 44%. Na primeira semana com o novo cenário, de 23 a 27 de março, variou de 57% a 64%. Na semana seguinte, de 30 de março a 3 de abril, caiu: ficou entre 49% e 55%. Entre 6 e 10 de abril, quando houve a segunda prorrogação do decreto, os números voltaram a subir, ficando entre 52% e 60%. Mas, de 13 a 17 de abril, caíram mais uma vez, e para pior, variando de 49% a 53%.

    No último sábado, 18 de abril, data mais recente do levantamento da In Loco, o índice estava em 54,4% - o menor para esse dia da semana desde o primeiro decreto. Ainda assim, o valor foi maior que a média brasileira, que estava em 51,2%. No comparativo entre os Estados, o Ceará ocupou a 3ª posição entre os que mais obedeciam às restrições de circulação, atrás apenas de Goiás, com 57,4%, e do Distrito Federal, com 56,3%.

    DN

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