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    5 de mai. de 2020

    Avanço científico começa a surtir efeito no combate ao coronavírus

    Cientistas estão animados com as últimas descobertas, novos tratamentos estão a caminho, e uma vacina pode se tornar realidade ainda neste ano.

    Mais de 130 terapias estão em estudo contra a Covid-19, informou, nesta quinta-feira, a Federação Internacional de Fabricantes e Associações Farmacêuticas (IFPMA). Os esforços de colaboração, sem precedentes na indústria farmacêutica, aceleraram de forma considerável a pesquisa de tratamentos seguros contra o coronavírus.

    O diretor-geral da IFPMA, Thomas Cueni, conversou com diretores de laboratórios farmacêuticos, que detalharam seus trabalhos envolvendo diferentes terapias, como os antivirais e a imunoterapia. Segundo ele, das mais de 130 terapias em estudo, 68 delas são terapias novas, e as demais, remédios já existentes, cuja eficácia contra o novo coronavírus está sendo testada.

    A maioria se encontra nas primeiras etapas de testes, embora já tenham começado mais de 25 testes clínicos.

    Vacina

    A Covid-19 já infectou quase 3,2 milhões de pessoas no mundo e matou cerca de 230 mil. Especialistas informaram que apenas uma vacina poderia permitir o fim total das medidas de confinamento.

    José Baselga, vice-presidente-executivo da AstraZeneca, alertou para a necessidade de evitar precipitações na hora de encontrar o tratamento. "Temos que ter testes bem controlados", advertiu.

    Em um laboratório no norte de Pequim, um homem talvez possua o tão esperado antídoto. Vestido com um jaleco branco, ele exibe uma das primeiras vacinas experimentais contra o novo coronavírus.

    Sinovac Biotech é um dos quatro laboratórios chineses autorizados a realizar ensaios clínicos. Embora sua vacina ainda não tenha sido testada, o grupo privado diz que está pronto para produzir 100 milhões de doses por ano para combater o vírus, que apareceu na China no fim de 2019.

    O laboratório pode estar confiante. Em 2009, superou seus concorrentes e se tornou o primeiro no mundo a lançar uma vacina contra a gripe suína H1N1.

    Em suas vastas instalações em Changping, na grande periferia da capital, os técnicos de laboratório controlam a qualidade da vacina experimental, com base em patógenos inertes, já produzidos em milhares de cópias. E já tem um nome: "Coronavac".

    Macacos

    No meio da corrida global para encontrar o antídoto há muito aguardado, menos de uma dúzia de laboratórios até agora iniciaram testes em humanos, de acordo com a Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres.

    Entre eles, Sinovac, que garante que obteve resultados promissores em macacos, antes de administrar seu soro pela primeira vez a 144 voluntários em meados de abril, em Jiangsu (leste).

    Mas o laboratório fundado em 2001 não se pronunciará sobre a data em que sua injeção de meio mililitro poderá ser comercializada.

    "É a pergunta que todo mundo faz", reconhece Liu Peicheng, diretor da marca.

    Antiviral

    O arsenal da ciência contra a Covid-19 começa a apostar no remdesivir, que acelera o tempo de recuperação em pacientes, segundo um importante estudo realizado nos EUA, tornando-se o primeiro medicamento com benefícios comprovados contra a doença.

    O Remdesivir é um antiviral experimental de amplo espectro fabricado pela farmacêutica americana Gilead Sciences, que foi desenvolvido pela primeira vez para tratar o Ebola.

    Na última quarta-feira, o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA anunciou os resultados de seu estudo. Os pacientes que tomaram o medicamento se recuperaram em média 31% mais rápido. Os resultados sugeriram que o remdesivir poderia reduzir as taxas de mortalidade de 11,7% para 8%.

    Países vencem o vírus

    A Coreia do Sul não registrou, pela primeira vez, caso doméstico de Covid-19. É mais um país que conseguiu controlar a pandemia, depois da Nova Zelândia e Austrália. 

    Portugal desconfinará

    País lusitano anunciou, um plano para encerrar confinamento por etapas. Durante todo o mês de maio, com a reabertura de pequenas lojas, cabeleireiros e revendedores de automóveis.

    DN

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