PROGRAMA DO ROCHINHA

De Segunda a Sexta, das 6h às 7h, na FM MAIOR DE BATURITÉ 93,3. E-mail: programadorochinha@gmail.com - Fone: (85) 3347-1177 WhatsApp: (85) 9 9156-2117

FM MAIOR 93,3

  • Notícias

    31 de mai. de 2020

    Escultura some de agência bancária no Centro de Fortaleza

    A remoção de uma estátua do prédio do Banco do Brasil, no Centro de Fortaleza, durante uma reforma, gerou reclamações nas redes sociais.
    Desde a última sexta-feira (29), ela não foi mais vista no local e o caso foi relatado pelo cantor, compositor e produtor musical, Calé Alencar, em uma publicação em rede social, que repercutiu entre os internautas. Segundo ele, a obra foi destruída.

    A escultura, intitulada “Mulher Rendeira”, de autoria do pernambucano Corbiniano Lins, ficava na área externa da agência, no cruzamento da rua Barão do Rio Branco com a avenida Duque de Caxias e podia ser observada por quem passava. 

    Corbiniano também é autor da escultura de Martim Soares Moreno e Iracema, no Mucuripe. O escultor faleceu em 2018, no Recife, vítima de um infarto.

    Marretadas

    Conforme descrito por Calé, parte da obra foi destruída a marretadas pelos operários que estavam trabalhando no local, em seguida alguém que estava passando interveio e recolheu os pedaços da estátua.

    “Alertada por alguém que passou no local, uma pessoa foi até lá com uma Kombi e recolheu as partes do monumento, declarando aos operários o intuito de restaurá-lo. Menos mal”, escreveu em um trecho do post.

    Em nota, a Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza (Secultfor) esclareceu que a escultura "Mulher Rendeira" não é propriedade do poder público municipal e se encontra em espaço privado.

    Porém, segundo a Secult, por ser uma arte de interesse histórico e cultural da cidade, o órgão encaminhará um ofício para o Banco do Brasil, na segunda-feira (1°), solicitando esclarecimentos sobre o destino da estátua. No mesmo dia, será encaminhado um ofício para a Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis), órgão responsável pela fiscalização do Patrimônio Histórico-Cultural de Fortaleza, para que sejam tomadas as devidas averiguações e providências.

    O Banco do Brasil foi procurado pela reportagem, mas até a publicação o órgão não havia se manifestado sobre o desaparecimento da escultura.

    DN

    Nenhum comentário:

    Postar um comentário