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    4 de mai. de 2020

    Ministro da Defesa ressalta compromisso com a Democracia e condena agressões a jornalistas

    O ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, afirmou nesta segunda-feira (04), por meio de nota, que agressão a profissionais de imprensa é “inaceitável”.
    Ele também defendeu a liberdade de expressão e destacou que as Forças Armadas prezam pela independência e a harmonia entre os Poderes da República.

    “As Forças Armadas cumprem a sua missão Constitucional. Marinha, Exército e Força Aérea são organismos de Estado, que consideram a independência e a harmonia entre os Poderes imprescindíveis para a governabilidade do País. A liberdade de expressão é requisito fundamental de um País democrático. No entanto, qualquer agressão a profissionais de imprensa é inaceitável”, diz um trecho da nota.

    Domingo (03), durante ato de apoio ao presidente Jair Bolsonaro, em frente ao Palácio do Planalto, na Praça dos Três Poderes, jornalistas de diferentes veículos de comunicação, que cobriam a atividade, foram agredidos fisicamente por manifestantes.

    Entre os profissionais que sofreram agressões, está o fotógrafo Dida Sampaio, do jornal O Estado de S. Paulo, que foi alvo de socos e pontapés e precisou ser hospitalizado.

    Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro, que acompanhou as manifestações de domingo, disse nesta segunda-feira (04) que não viu, do alto da rampa do Palácio do Planalto, as agressões, mas defendeu a punição dos responsáveis.

    Na nota, o ministro Fernando Azevedo e Silva ainda defendeu que o país se concentre no combate à pandemia do novo coronavírus e que os militares devem respeitar a “lei, a ordem, a democracia e a liberdade”.

    “O Brasil precisa avançar. Enfrentamos uma pandemia de consequências sanitárias e sociais ainda imprevisíveis, que requer esforço e entendimento de todos. As Forças Armadas estarão sempre ao lado da lei, da ordem, da democracia e da liberdade. Este é o nosso compromisso.”

    Punição

    O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (04) que os agressores do fotógrafo Dida Sampaio, do jornal O Estado de S. Paulo, devem ser punidos. A agressão, com socos e chutes, aconteceu nesse domingo (03) durante ato em apoio ao presidente e contra o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, em Brasília.

    O presidente acompanhou a manifestação e cumprimentou os presentes. “Eu não vi nada, estava na rampa. Recriminamos qualquer agressão que por ventura tenha havido. Se houve agressão é alguém que está infiltrado, algum maluco, deve ser punido”, disse o presidente a apoiadores, ao deixar o Palácio da Alvorada, na manhã desta segunda-feira.

    Além de Sampaio, o motorista do jornal Marcos Pereira foi derrubado com uma rasteira. Eles deixaram o local escoltados pela Polícia Militar. Jornalistas de outros veículos também foram hostilizados durante o ato. Para Bolsonaro, “vaia, apupo, tudo isso é natural da democracia”.

    Edison Silva

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