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    04 maio 2021

    Ceará corre risco de terceira onda de Covid; Dia das Mães demanda cuidados, alertam especialistas

    Ainda 'mergulhado' na segunda onda da pandemia de Covid-19, o Ceará, tal como o Brasil, corre o risco de enfrentar uma terceira. A flexibilização do isolamento social rígido, o relaxamento com as medidas de prevenção e o ritmo lento de vacinação contra a doença tendem, segundo especialistas, a compor o cenário temeroso. Outra preocupação é o Dia das Mães, a ser celebrado no domingo (9). como data favorável a encontros familiares.

    Epidemiologista e pesquisadora da Universidade Federal do Ceará (UFC), a médica Lígia Kerr não considera alarmista a previsão de uma terceira onda no Estado. Mesmo com a tendência de redução da circulação viral em Fortaleza e no Interior, justifica, a taxa de positividade para o vírus ainda é alta. E o comportamento das pessoas em ocasiões como o Dia das Mães impacta diretamente nesse resultado. 

    De acordo com o imunologista e professor do Departamento de Patologia e Medicina Legal da UFC, Edson Teixeira, o principal problema enfrentado pelo Brasil na pandemia do novo coronavírus é a lentidão na vacinação. Com isso, avalia, existe a “probabilidade de termos terceiras, quartas, quintas ondas”. 

    Primeira e segunda onda

    A primeira onda da Covid no Ceará, ocorreu entre março e setembro de 2020. Na ocasião, o Estado acumulou 271.363 casos e 9.347 óbitos em decorrência do novo coronavírus. O número de casos confirmados em Fortaleza foi elevado nesse período, atingindo o pico em maio.  

    A segunda onda, por sua vez, foi iniciada logo no mês seguinte, em outubro do ano passado. De 1º de outubro até o último domingo (2), o Estado contabilizou 416.647 diagnósticos positivos do novo coronavírus e 8.497 mortes pela doença. É o que aponta o mais recente boletim epidemiológico disponível na plataforma IntegraSUS, alimentada pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesa). 


    *Fonte: Diário do Nordeste

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