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    07 junho 2021

    Saiba as diferenças entre os sintomas das vacinas contra a Covid-19 autorizadas para uso no Ceará

    Apesar de as vacinas contra a Covid-19 demonstrarem ser extremamente benéficas em suas atuações, uma parcela pequena da população pode sentir alguns efeitos colaterais leves ao tomar os imunizantes, o que já é previsto nas bulas.

    De acordo com o imunologista e professor do Departamento de Patologia e Medicina Legal da Universidade Federal do Ceará (UFC), Edson Teixeira, é importante ressaltar que as vacinas continuam sendo “super indicadas” à sociedade e que ocorrências adversas são normais em qualquer medicamento ou imunizante ao redor do mundo.

    A vacina CoronaVac, produzida nacionalmente pelo Instituto Butantan, utiliza a tecnologia do vírus da Sars-Cov-2 inativado, que é por onde o organismo humano começa a produzir os anticorpos de combate à doença. Os efeitos adversos mais comuns são dores no local da aplicação e dores de cabeça após a primeira dose. Segundo site do Instituto, não foram registrados sintomas graves e de interesse especial relacionados à vacinação.

    O imunizante da Oxford/AstraZeneca, produzido em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Brasil, foi desenvolvido a partir de um vetor viral - adenovírus -, o qual carrega informações genéticas da Covid-19 ao organismo. As reações colaterais mais apresentadas foram: sensibilidade no local da injeção; dor no local da injeção, dor de cabeça e fadiga; dor no corpo e mal-estar; febre e calafrios; e dor nas articulações e náusea.

    A vacina da Pfizer/BioNTech utiliza de uma tecnologia recente de RNA Mensageiro - um ácido nucleico - que leva a informação para formar a proteína da Sars-Cov-2 dentro do organismo. Os efeitos adversos mais comuns, apresentados nos ensaios clínicos, foram fadiga, dores de cabeça e dores no corpo após a segunda dose. Além disso, nenhum efeito grave foi relatado.

    *Fonte: Diário do Nordeste

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